A primeira saída de campo realizou-se em 14 de Novembro entre as 9 e as 13.30 horas. O itinerário envolveu a depressão do Rabaçal, o canhão fluviocársico das buracas do Casmilo, o alto da Senhora do Circo, as pedreiras de calcário de Pombalinho e a nascente do rio Anços.
No Casmilo foram observados aspectos geológicos e geomorfológicos no ambiente cársico, proporcionado pelos calcários do Dogger, como uma dolina, campo de lapiás e o próprio canhão fluviocársico. Sabendo-se da quase total ausência de água observaram-se aspectos adaptativos da flora local face a esta condicionante ambiental.
Na depressão do Rabaçal sublinha-se a espessa série margo-calcária dos Lias que é um dos melhores geosítios em Portugal, para o estudo do Toarciano, e uma das zonas onde os fósseis, de cefalópodes e braquiópodes, são mais abundantes.
A pedreira de calcário proporcionou a discussão sobre os impactos ambientais, paisagísticos e económicos desta actividade. A observação das frentes de desmonte possibilitou a observação de algumas falhas e dobras. Observação atenta dos estratos de calcário deixou adivinhar alguns geodes preenchidos por calcite bem cristalizada.
Na nascente do rio Anços procedeu-se à recolha de macroinvertebrados, para posterior identificação e contagem, com o objectivo de perceber o grau de poluição da água nesse local.


Material Fornecido pelos formadores

Localização


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Reportagem fotográfica do Casmilo


Reportagem fotográfica da pedreira e da nascente do Anços


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